quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

O martírio dos cristãos

Muitos cristãos, em todos os tempos, deram a sua vida pelo Evangelho e pelo Reino de Deus, imitando o próprio Cristo, que se entregou para a salvação do mundo. Jesus é o "Mártir dos mártires"; pois a sua entrega foi voluntária.


O cristianismo venceu o Império Romano somente depois que milhares de mártires derramaram seu sangue como tributo da implantação do Evangelho na Roma pagã. Na verdade, em todos os lugares onde o Evangelho entrou e floresceu, o sangue dos mártires foi derramado como semente lançado na terra nova.

O martírio cristão é diferente dos outros "martírios". O cristão morre por fidelidade ao Evangelho e a Cristo, ao passo que o maometano, mulçumano, morre por nacionalismo, fundido entre si religião e etnia dentro de um contexto de "guerra santa". Jamais isso poderá ser caracterizado como martírio, pois alem de ser um suicídio, provoca a morte de pessoas inocentes.

A palavra mártir vem do grego "martys", "martyros" que significa testemunha. O papa Bento XVI assim se exprime: "O martírio e a morte voluntariamente aceita por causa da fé cristã ou por causa do exercício de outra virtude relacionada com a fé.".

O martírio é uma graça que Deus concede a alguns; nem por isso o cristão deve procurar o martírio, e nem provocar os adversários da fé. A Igreja não aprova isso, pois poderia ser presunção e seria provocar o pecado do próximo ou dos algozes.

Para que haja martírio cristão é necessário que o fiel morra livremente por causa da fé. Não é qualquer pessoa que morra defendendo uma causa que é mártir. Tem havido confusão sobre isto; as vezes são declarados, apressadamente, e sem o aval da Igreja, como "mártires", alguns que na América Latina defenderam alguma causa política e não de fé.

Para que a Igreja declare oficialmente que alguém é mártir da fé, são feitas pesquisas a respeito da verdadeira causa da morte; a livre aceitação da morte; graças ou milagres obtidos por intercessão do (a) servo (a) de Deus. O sangue dos mártires continua a ser semente de novos cristãos, e será até a volta do Senhor.

domingo, 14 de janeiro de 2018

Evangelho do 2º Domingo do Tempo Comum

Naquele tempo, João estava de novo com dois de seus discípulos e, vendo Jesus passar, disse: “Eis o Cordeiro de Deus!”. Ouvindo essas palavras, os dois discípulos seguiram Jesus. Voltando-se para eles e vendo que o estavam seguindo, Jesus perguntou: “O que estais procurando?” Eles disseram: “Rabi (que quer dizer: Mestre), onde moras?”. Jesus respondeu: “Vinde ver”. Foram pois ver onde ele morava e, nesse dia, permaneceram com ele. Era por volta das quatro da tarde. André, irmão de Simão Pedro, era um dos dois que ouviram as palavras de João e seguiram Jesus. Ele foi encontrar primeiro seu irmão Simão e lhe disse: “Encontramos o Messias” (que quer dizer: Cristo). Então André conduziu Simão a Jesus. Jesus olhou bem para ele e disse: “Tu és Simão, filho de João; tu serás chamado Cefas” (que quer dizer: Pedra). (Jo 1,35-42)


O caminho da salvação apontemos para as pessoas

João é a seta que aponta o caminho de salvação para os homens. João tinha seus discípulos, mas não os tinha para si, ele os preparava os para que se tornassem verdadeiros discípulos seguidores do Mestre Jesus. Ele não arrogou para si o mérito de salvador, libertador, pelo contrário, João sabia que é Jesus que liberta e salva cada pessoa humana, sendo assim, precisamos levar as pessoas para Jesus, apontar para elas o caminho da salvação e da libertação. Vivemos num mundo onde as pessoas estão em busca de caminhos, soluções, um sentido para a sua vida, de uma direção para tantas situações da vida. No mundo onde parece ser tudo prático, onde as pessoas querem respostas imediatas, acaba que não querem olhar para Aquele que traz a salvação e luz à nossa vida. É preciso ir ao encontro de Jesus, é preciso conhecer onde Ele está e permanecer com Ele. Não basta olhar para Jesus, conhecê-Lo, é necessário permanecer com Ele, porque é permanecendo com Jesus que teremos luz, vida e graça para aquilo que a nossa vida tanto necessita. Apontemos Jesus para os outros, apontemos a nossa vida na direção de Jesus, mas, permaneçamos n’Ele, permitamos que a nossa vida seja transformada, iluminada, guiada e direcionada pela vida do Mestre Jesus. Ele quer dar sentido e luz à nossa vida, precisamos permanecer com Ele.

quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

Paróquia de Sant’Ana anuncia mudança para a 92ª Festa do Glorioso Mártir São Sebastião

A Paróquia de Sant’Ana emitiu aos paroquianos uma nota, na manhã desta quinta-feira (11), por meio da sua página na rede social Facebook, sobre a mudança para a 92ª Festa do Glorioso Mártir São Sebastião.

O principal beneficiado com a mudança será o Quarto Dia do Novenário – “Noite dos Motoristas e Motoqueiros”, que, tradicionalmente, acontece no sábado após o início da Novena. Neste ano de 2018, a “Noite dos Motoristas” realizar-se-á no dia 27 de janeiro, com a Procissão conduzindo a Imagem de São Cristóvão, saindo da Encruzilhada, às 18h00, rumo à Capela de São Sebastião (Centro), onde acontecerá a celebração da Santa Missa.


A sugestão partiu de um paroquiano, e foi bem acolhida pelos Padres Severino Fernandes (Pároco) e Jorge Sousa (Vigário Paroquial), pela Comissão Organizadora e pelos Juízes do Andor de São Cristóvão e demais Juízes, Noiteiros e Coordenadores de Grupos, Pastorais e Movimentos, presentes na reunião que definiu as atribuições dos comprometidos com a organização da 92ª Festa do Glorioso Mártir São Sebastião, realizada na última terça-feira (9), no Centro de Pastoral Cônego Antonio Gonçalves.

Confira, na íntegra, o comunicado:

Nota aos Paroquianos

              Com o objetivo de promover uma melhor catequese e participação dos condutores de veículos na Celebração do Quarto Dia do Novenário em preparação para a 92ª Festa do Glorioso Mártir São Sebastião – “Noite dos Motoristas e Motoqueiros”, no dia 27 de janeiro de 2018, foi definido pela Comissão Organizadora e acordado com os Juízes do Andor de São Cristóvão, que a tradicional Bênção dos Motoristas e Motoqueiros, até então conferida através de aspersão dos veículos durante a passagem da Procissão pela Praça de São Sebastião (Centro), será unicamente conferida no término da Celebração Eucarística àqueles que participarem e estiverem, consequentemente, sob posse da chave dos seus respectivos veículos. A medida de caráter catequético tem o total respaldo dos Padres Severino Fernandes (Pároco) e Jorge Sousa (Vigário Paroquial), estando a mesma em vigor a partir deste ano de 2018, para uma melhor vivência litúrgica da festividade.

Desde já, agradecemos a compreensão de todos.

“Em diversas Paróquias por onde passei, identifiquei a necessidade de catequizar e a importância de vivenciar a liturgia do dia patrocinado pelos motoristas e motoqueiros, nas tradicionais festas, pelos próprios condutores de veículos. Portanto, a tradicional bênção aos motoristas e motoqueiros, para ganhar um autêntico sentido, principalmente dentro da vivência litúrgica do Quarto Dia do Novenário, será conferida no término da Santa Missa àqueles que realmente participarem. Sendo assim, voltaremos o nosso olhar para Quem realmente celebramos durante todo o novenário e dia da festa: Jesus Cristo, fonte de toda santidade”, destacou Pe. Severino Fernandes, Pároco da Paróquia de Sant’Ana.

Além da mudança com relação ao modo que será conferida a Bênção aos motoristas e motoqueiros, também foi discutido a organização da Procissão de São Cristóvão, ficando estabelecido que todos os veículos, com exceção da viatura policial, seguirão atrás do carro andor, para evitar possíveis transtornos no fluxo do cortejo.